Apesar de ter sido amplamente celebrada, a decisão de tirar o termo “identidade de gênero” da Base Nacional Comum Curricular – divulgada pelo MEC para ser adotada por escolas públicas e particulares – parece não significar o fim da luta dos defensores dos Direitos da Família contra a ideologia de gênero.

[img align=left width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2017/04/12/1409704810-mendonca-filho.jpg[/img]Na noite da última terça-feira, o ministro da Educação, Mendonça Filho publicou em sua página oficial do Facebook, fotos e uma breve nota sobre a reunião que teve que com representantes de movimentos LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais), para discutir atuação do MEC na promoção do “respeito às diversidades”.

Segundo a nota divulgada pelo ministro, a reunião tinha como finalidade, “discutir políticas públicas de enfrentamento à discriminação, bullying e violência na educação”.

“O respeito aos direitos humanos e às diferenças é prioridade de nossas ações no MEC”, disse Mendonça Filho.

Presidente nacional do movimento, Toni Reis destacou que percebeu que abertura para o “respeito às diversidades” no Ministério da Educação.

“A reunião foi extremamente positiva e o MEC se mostrou aberto ao diálogo, respeitando a todas as diversidades”, disse o ativista.

Durante a reunião, o ministro e os ativistas revisaram a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o ministro destacou que esta é a versão que “mais respeita a diversidade”, se comparada às anteriores, divulgadas pelo MEC.

“Eu duvido que em qualquer das outras versões haja tanto respeito à diversidade e aos direitos humanos como essa”, frisou o ministro.

[b]Ideologia de Gênero
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No início deste mês de abril, a retirada do termo “identidade de gênero” da Base Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi divulgada aqui no Guiame e amplamente celebrada por cristãos e outros defensores dos Direitos da Família.

Segundo especialistas em educação apontam, a proposta de debater a “diversidade” e “identidade de gênero” abre também espaço para a promoção da ideologia de gênero – inspirada na teoria Queer e que alega que o desenvolvimento do gênero masculino ou feminino cabe à própria criança e não está associado ao seu sexo biológico.

[b]Reações[/b]

Muitos internautas criticaram a reunião do ministro com representantes do movimento LGBTI.

“O que vão inventar agora? O povo está cansado de aberrações, ministro! Tire a ideologia de idiotização das escolas. Tenha respeito pelo povo”, comentou um usuário do Facebook.

“Agora acreditam que mesmo sem os termos os conceitos serão trabalhados em sala de aula?”, alertou outro usuário.

“Respeito sim. Ideologia de genero nao Sr. MINISTRO. Lembre-se de que quem apoiou e apoia vcs somos nos e nao a esquerda”, protestou outra internauta.

“Pra quem continua achando que a Ideologia de Gênero foi retirada do BNCC. Mendonça Filho disse retirou a Ideologia de Gênero mas, MENTIU para população. Canalha, mil vezes canalha!”, escreveu mais um usuário.

[b]Fonte: Guia-me[/b]