Um grupo de evangélicos da França está pedindo à comunidade cristã de todo o mundo que ore pelo país, que está prestes a realizar sua próxima eleição presidencial.

[img align=left width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2017/04/11/2715306563-evangelicos-franca.jpg[/img]A Aliança Evangélica Europeia (EEA) é neutra em questões políticas, mas implorou em uma declaração na semana passada que todos orem pelo contexto político da França, que se tornou altamente influenciado pelo terrorismo, corrupção e divisão da sociedade.

O povo francês vai votar para eleger seu próximo presidente em um processo de dois turnos, nos dias 23 de abril e 7 de maio.

A Aliança Evangélica disse que “não é neutra com relação à importância de um bom governo, justo e que trabalhe por uma sociedade saudável”.

A declaração observou o aumento das “atrocidades do terrorismo islâmico” como é possível ver na França, “levando inevitavelmente ao medo e também à divisão social”.

“Isto está inevitavelmente influenciando o modo como alguns políticos falam e os eleitores pensam”, afirmou o documento.

[b]Liberdade religiosa
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A carta também destacou as restrições à liberdade religiosa e debates sobre “o quão secularizado (‘laico’) o país deve ser”.

O documento acrescentou: “O quanto a religião deveria ser permitida em público é algo vivamente debatido. E a liberdade de expressão sobre questões éticas como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, sub-rogação, eutanásia ou aborto também estão sob ataque. O verdadeiro pluralismo religioso e a liberdade de expressão serão protegidos ou haverá mais restrições legais nesta sociedade já altamente secularizada?”.

Em terceiro lugar, a Aliança Evangélica Europeia salientou as alegações de corrupção contra políticos franceses, como Marine Le Pen e François Fillon – o que levou a “uma enorme desilusão entre os eleitores”.

O grupo deu uma extensa lista de pontos de oração que convidou a “comunidade evangélica da Europa” para orar por elas. Estes pedidos incluíam questões de paz, reconciliação na sociedade francesa e “uma verdadeira perspectiva cristã” para ser compreendida pelos meios de comunicação e pelo público votante.

A carta pediu também orações pelo futuro presidente, para que este que “apoie a liberdade de religião e de expressão para todos” e “sirva ao bem comum de todos os habitantes e também permita à França desempenhar um papel positivo em nível europeu e mundial pela paz e pela liberdade”.

[b]Fonte: Guia-me[/b]