Pat Robertson destaca que ateus revoltados ao escutar sobre Deus tiveram infância disfuncional.

Geralmente polêmico em suas declarações, o evangelista e apresentador Pat Robertson declarou recentemente que aqueles ateus que ficam extremamente irritados com a menção de Deus podem ter tido uma infância disfuncional.

O levantamento de Robertson foi feito ao receber uma pergunta de sua telespectadora, identificada como Sandra, em seu programa The 700 Club, pedindo uma orientação sobre o que fazer com seu colega de trabalho que se revolta ao ouvir qualquer coisa sobre Deus.

[img align=left width=300]http://images.christianpost.com/portugues/middle/2054/pat-robertson.jpg[/img]Para Robertson, Sandra lida contra “algo que é demoníaco” e que alguém tão ensandecido por ouvir o nome de Deus provavelmente passou por algum abuso na infância, ou alguém teria “estuprado e agido como se estivesse pregando a Bíblia”, o que gerou um trauma na pessoa.

Como solução, o evangelista pede para que Sandra seja “compreensiva e amorosa”, e não tente pressionar o colega de trabalho ateísta, já que ele provavelmente não irá escutá-la. Robertson ainda pede para que ore, mas que não crie mais expectativas, pois a parte dela já teria sido feita.

Em outra situação, o apresentador já relatou que os ateus “não gostam da felicidade” dos outros, trabalham para que outras pessoas não sejam felizes e só ficam satisfeitos quando a pessoa é um completo pobre de espírito.

Segundo Pat Robertson, os ateus querem afastar as pessoas de seguir em plenitude com sua fé durante o cotidiano. “Eles (ateus) são miseráveis que desejam que você seja infeliz, então eles querem tirar seus dias santos para longe de você”, avalia.

O evangelista tem sido um árduo crítico contra os ateus, atentando contra possíveis perigos do ódio guardado a Deus e responsabilizando-os até mesmo por atentados. “As pessoas que são ateístas, odeiam a Deus, odeiam a expressão de Deus, e estão irritados com o mundo, com raiva de si”, disse ele.

[b]Fonte: The Christian Post[/b]