O acusado Dylann Roof tinha expressado ideias racistas na internet e simpatizava com movimentos supremacistas brancos

Dylann Roof, o acusado de matar nove fiéis em junho em uma igreja da comunidade negra da Carolina do Sul (EUA), se declarou nesta sexta-feira inocente pelos crimes de ódio e outras acusações, à espera de saber se a Promotoria pedirá pena de morte pelo massacre.

[img align=left width=300]http://assets2.exame.abril.com.br/assets/images/2015/6/539066/size_810_16_9_igreja-eua.jpg[/img]O advogado de Roof, David Bruck, disse que o acusado queria se declarar culpado, mas o aconselhou a mudar de estratégia processual até conhecer se os promotores pedirão a pena de morte.

Na quarta-feira da semana passada, Roof recebeu 33 acusações por crime de ódio, contra a liberdade religiosa e de assassinato com arma de fogo em nível federal, ditadas pela secretária americana de Justiça, Loretta Lynch.

Em nível estadual, Roof foi recebeu 13 acusações de assassinato e tentativa de assassinato.

Roof, de 21 anos, matou nove fiéis negros em uma igreja metodista de Charleston em 17 de junho e fugiu, até ser detido um dia depois e posto à disposição judicial.

O acusado tinha expressado ideias racistas na internet e simpatizava com movimentos supremacistas brancos.

Nos Estados Unidos existe a possibilidade de ser condenado à pena capital em nível federal ou, como no caso da Carolina do Sul, em nível estadual, embora por enquanto não está claro se será dada prioridade ao processo federal sobre o estadual.

[b]Fonte: Exame.com[/b]