A promotoria da cidade de Civitavecchia, nas proximidades de Roma, na Itália, abriu uma investigação sobre a comercialização do filme “O Código Da Vinci”, baseado no best-seller de Dan Brown, acusado de ser um veículo de material obsceno, segundo informou hoje o advogado Giacinto Canzona, que em novembro passado apresentou uma denúncia em nome de uma freira franciscana e um homem.

As identidades dos acusados foram mantidas sob sigilo, mas algumas pessoas já estariam sendo indagadas.

O caso ocorreu em novembro de 2006, quando Canzona apresentou a denúncia junto com a colega Stefania Crispino às promotorias das cidades de Roma, Civitavecchia e Valletri.

No documento está escrito que “o filme possui um conteúdo altamente difamatório, vulgar, desgraçado e ofensivo” à simbologia cristã e nas questões “morais de todos aqueles, sagrados ou laicos, que acreditam nos valores e na ideologia professada e guardada pela Igreja católica no decorrer dos séculos”.

Os advogados que assinaram o documento pediram que o filme fosse proibido para menores de 14 anos.

Em dezembro do ano passado, a promotora de Roma responsável pelo caso, Gianfederica Dito, arquivou o processo, alegando que os fatos do crime não se sustentam. Enquanto a promotoria da cidade de Velletri não abriu nenhum processo.

Fonte: JB Online