Nunca fui dado a um guru, nem quando era menino!

Tendo o pai que tive ficava difícil sobrar lugar para um guru.

Nem quando era “hippie” tive um guru.

Depois, quando encontrei o Guru, o Mestre e Senhor, aí é que não sobrou mais espaço para ninguém.

Então, li:

“A ninguém chameis guru, mestre ou pai espiritual sobre a Terra”. — Jesus.

Pronto. O que nunca houve jamais haveria!

Passei a “admirar”, mas era tudo.

Admirei e admiro Billy Grahm, John Stott, Leighton Ford, Manfred Grellert, Franscis Scheaffer, Kierkegaard e Jaques Elull; e, no campo da espiritualidade, ainda bem jovem, admirei Samuel Doctorian. Além disso, desde menino, admirava imensamente o Reverendo Antônio Elias, meu pastor e pai de meus melhores amigos, e, em cuja casa fui filho.

Entretanto, se eu tivesse de ter um guru, seria meu pai, pois, mesmo que ele fosse como um guru, não o seria para ninguém, posto que sua única ambição fosse levar todos a serem discípulos de Jesus e a terem-No como o único Guru.

Aprendi que todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estavam em Jesus, e, daí em diante, isto foi suficiente assim.

Leio tudo e todos, mas, se não me disserem as coisas conforme o Evangelho me ensina, na mesma hora o mestre será apenas um pensador, e somente isto.

E mais: leio tudo e todos apenas vendo qual seria uma possível adição de algum saber dito de outro modo, embora tenha que ser de acordo com o Evangelho.

Estou perdendo algo?

Nunca encontrei ninguém que isto lamentasse em mim, a não ser porque em mim não têm um membro de clube algum.

Arrogância? Ah! Não! Apenas total suficiência e satisfação em Jesus!

É pouco?

Caio