[img align=left width=300]http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/06/27/congresso-homenageia-igreja-universal-pelos-40-anos-de-sua-fundacao/PDR9807.jpg[/img]

O Congresso Nacional realizou nesta terça-feira (27) uma sessão solene em homenagem à Igreja Universal do Reino de Deus pelos 40 anos de sua fundação. A sessão foi solicitada pelo deputado Márcio Marinho (PRB-BA) e pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) e contou com a presença de centenas de fiéis da igreja.

Marinho afirmou que vidas e famílias foram transformadas, inclusive a dele mesmo, pelo trabalho de Edir Macedo, fundador da Universal. A igreja foi fundada por Macedo em julho de 1977, em um coreto no subúrbio do Rio de Janeiro.

O senador Eduardo Lopes afirmou que a Universal é uma instituição transformadora de vidas. Ele ressaltou que a igreja hoje está presente em mais de 110 países das Américas, na Ásia, na Europa e na África. O senador lembrou que, em 2014, a Universal inaugurou na cidade de São Paulo seu templo mundial, o Templo de Salomão, maior espaço religioso do país.

Além disso, Lopes chamou atenção para o trabalho realizado pela instituição no amparo ao morador de rua, a presidiários, dependentes químicos e mães solteiras, sendo “exemplo de transformação social”. Ele afirmou que o trabalho social da Igreja Universal ajuda segmentos da população “que muitas vezes não conseguem amparo do Estado e da iniciativa privada”.

[b]Obras sociais[/b]

O presidente do Senado, senador Eunício Oliveira, defendeu a religiosidade e a solidariedade da instituição.

– Sempre admirei as obras sociais das igrejas, que vão de ações de proteção às crianças sem lar aos cuidados com pessoas da terceira idade – disse.

Na visão de Eunício, neste momento de profunda crise econômica e política por que passa o país, é importante “o sentimento de que algo maior, Deus, está protegendo o Brasil”.

O bispo Domingos Siqueira, que representou Edir Macedo no evento, disse que a sessão é o reconhecimento da nação do trabalho “anônimo e silencioso” que a Universal faz no Brasil. Entre exemplos desse trabalho, ele citou o estímulo para que os fiéis busquem o “sucesso profissional e o conforto material que merecem” e o resgate de pessoas de vícios. Na opinião dele, a igreja é alvo de preconceito religioso e de incompreensão.

Para o deputado Márcio Marinho, muitos segmentos se incomodaram pelo crescimento do trabalho de Edir Macedo, que foi preso em maio de 1992, após culto realizado na cidade de São Paulo, acusado de charlatanismo, estelionato e curandeirismo. Ele foi solto alguns dias depois, e as acusações foram posteriormente arquivadas por falta de provas.

– Este trabalho incomodava porque ia de encontro a tudo que nós víamos e ouvíamos. Esta Casa hoje faz um grande reconhecimento a um trabalho que começou com um jovem cujo único objetivo foi, é e será unicamente a salvação das pessoas – afirmou.

O prefeito do Rio de Janeiro, o ex-senador Marcelo Crivella, que também é bispo da Igreja, participou da sessão solene.

[b]Fonte: Agência Senado[/b]