Enquanto a agitação continua a varrer o mundo árabe, teólogo evangélico, aconselha os Cristãos sobre como orar durante protestos.

Protestantes em Bahrain entraram no seu quinto dia de demonstrações, e estão agora buscando queda de toda a família real Al Khalifa.

Irritado pela repressão violenta do governo que deixou pelo menos cinco pessoas mortas, protestantes levantado suas demandas de renúncia de apenas o primeiro ministro para uma mudança imediata de governo.

“Nossas reivindicações foram pacíficas e simples primeiramente. Nós quisemos que o primeiro ministro se demitisse,” disse Mohamed Ali, 40, um funcionário público, à Associated Press. “Agora as reivindicações estão mais duras e tem alcançado o ápice da pirâmide. Nós queremos que todo o governo caia.”

Protestos anti-governo continuam a se espalhar por todo o Oriente Médio e África do Norte entre populações fartas de corrupção, discriminação e falta de oportunidades assolando seus países.

Eles primeiro começaram na Tunísia em Dezembro e então no Egito. Em questão de semanas, os presidentes de ambos os países deixaram o cargo depois de governar por décadas.

Desde então, revoltas ameaçando os regimes repressivos e governos autoritários emergeram no Iraque, Irã, Líbia, Yemen e Algéria.

Enquanto a agitação continua a varrer o mundo árabe, o teólogo evangélico, John Piper está aconselhando os Cristãos sobre a forma como orar durante a onda de protestos.

Os Cristãos devem primeiro de tudo orar por “todos que estão em altas posições” (1 Timóteo 2) – que são, líderes políticos e estruturas no Oriente Médio.

E há dois objetivos na oração para eles, listou Piper: para que os seguidores de Jesus “possam levar uma vida calma e pacífica, piedosa e digna em todas as maneiras” e então mais pessoas poderão ser salvas.”

“Quando nós oramos para o Oriente Médio, nós devemos orar principalmente por condições que prevaleçam o sustento da liberdade e paz para os seguidores de Jesus, para que o evangelho possa seja executado e triunfado, e milhões possam converter-se para Jesus e serem salvos por sua grande glória,” explicou ele.

“Tais condições devem incluir liberdade para outras religiões também, visto que os Cristãos não espalham sua fé pela espada, mas pela proclamação e serviço.”

[b]Fonte: Christian Post[/b]