Os últimos 16 cristãos do grupo de igrejas não-registradas China Gospel Fellowship, presos no Escritório de Segurança Pública (PSB em inglês), foram soltos da detenção administrativa na tarde de 9 de maio de 2009.

A agência de notícias ChinaAid afirma que apesar de os prisioneiros não terem cumprido sua pena de 10 a 14 dias na detenção ou pagado fiança no valor de U$ 150, os oficiais não pediram nada para executarem a libertação.

Fontes da ChinaAid dizem que a libertação prematura dos prisioneiros aconteceu devido à pressão da comunidade internacional, e significa que “o governo admitiu que o que fizeram foi errado.”

De acordo com a notícia, um total de 18 cristãos foram presos no dia 30 de abril, quando reunidos para a Santa Ceia no vilarejo de Shuitaizi, na província de Henan.

“Uma dúzia de oficiais do PSB invadiu a reunião, e todos os cristãos foram presos. Os policiais os ameaçaram com multas e trabalhos forçados. Eles foram acusados de ‘prejudicar a sociedade por falso uso da religião’.”

Quando a ChinaAid publicou a notícia do incidente, dois dos cristãos foram soltos no mesmo dia, mas 16 continuaram presos.

“Muitos irmãos ao redor do mundo oraram e ligaram para o Escritório de Segurança Pública em Xinye para demonstrar preocupação com os que estavam presos e pedir a liberação imediata dos prisioneiros. Na tarde de 8 de maio, 11 cristãos foram libertados e, algumas horas depois, os últimos cinco também foram soltos”, relata a ChinaAid.

Fonte: Portas Abertas