Para jornal a igreja é uma mistura de show de rock com clubes noturnos e cultos religiosos.

O pastor Carl Lentz, 36 anos, responsável pela Hillsong Church de Nova Iorque, foi avaliado pelo colunista do jornal espanhol El País e comparado a um hipster (descolado) do Brooklyn, famoso bairro da cidade americana.

O colunista esteve em um dos cultos e percebeu que nenhum dos mais de 6.000 fiéis que lotavam a igreja tinha mais de 30 anos, deduzindo que o ministério Hillsong (fundado na Austrália) tem como plano conquistar os jovens que moram em grandes cidades.

[img align=left width=300]http://hillsong.com.global.prod.fastly.net/ImageGen/LightboxHeader/media/940833/broken-vessels-song-story-hillsong-collected.jpg[/img]“Se as igrejas evangélicas tradicionais procuram adeptos sobretudo em cidades rurais, a Hillsong quer seguidores urbanos”, escreveu. Além de Nova Iorque a denominação tem templos em cidades como Amsterdam, Londres, Paris, Barcelona, Estocolmo, Copenhague e outras grandes metrópoles.

Na visão do jornalista a igreja conquista seguidores urbanos por misturar entretenimento com religião. “O objetivo são metrópoles modernas, referências culturais com grande atrativo para os jovens, um terreno propício para a sua liturgia peculiar: uma comunhão com Deus através da música e da pregação, que combina concerto de rock, clube noturno londrino e culto religioso.”

A crítica não se fixou ao pastor da megaigreja que recebe entre os visitantes artistas como o cantor Justin Bieber e sua namorada Selena Gomez. Jimenez também falou do ministério Hillsong como um todo citando a frase de “críticos” que dizem não saber se “a Hillsong é uma igreja que vende discos ou uma gravadora que oferece consolo à sua paróquia”.

[b]Fonte: Gospel Prime[/b]