quarta-feira, 19 de setembro de 2018
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Escola é criticada por promover ideologia de gênero, após erro de digitação

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Atividade escolar cujo erro de digitação levou os pais a criticarem a ideologia de gênero
Atividade escolar cujo erro de digitação levou os pais a criticarem a ideologia de gênero

Um erro na impressão de uma atividade escolar provocou revolta de muitos nesta terça-feira (20).

Uma prova da Escola Municipal Santa Rita de Cássia, em Brumado, na Bahia, apresentou imagens de meninos com nomes femininos e meninas com nomes masculinos.

A instituição recebeu reclamações dos pais de alunos, repudiando a “tentativa” de introduzir ideias referentes à ideologia de gênero. A atividade foi entregue ao 2º ano do Ensino Fundamental I, que educa crianças de 7 e 8 anos.

O pai de um dos alunos se sentiu revoltado e divulgou uma foto da prova pelo WhatsApp. A secretária municipal de Educação, Ednéia Ataíde, afirmou que a polêmica não passou de um erro de impressão na atividade.

A Escola Municipal Santa Rita de Cássia vem, muito respeitosamente, apresentar as suas desculpas a toda a comunidade escolar, por ter inserido em uma das atividades do 2º ano do Ensino Fundamental I uma questão na qual consta um erro de digitação que provocou uma inversão da ordem das palavras.

A referida Unidade Escolar vem ainda salientar que, ao contrário do que foi interpretado por alguns, em nenhum momento a parte pedagógica da escola teve a intenção de fazer apologia de gênero. Mesmo porque entendemos que essa não é a missão da escola intervir e/ou formar opiniões na mentalidade de crianças que ainda não têm maturidade para discernir uma temática tão polemica. Ressaltamos que foi um erro de digitação e qualquer pai, mãe e/ou responsáveis que quiser mais esclarecimentos, A Escola estará de portas abertas para o atendimento.

Salientamos ainda que todo contexto de trabalho está passível de erros não intencionais, pois acima de tudo, somos humanos. Todavia, orientamos que o DIÁLOGO é a mais perfeita forma de solucionar reais ou os supostos equívocos e ainda aprendermos com os mesmos.

Por fim reafirmamos que a condenação apriorística sem antes entender os fatos torna-se um erro infinitamente maior.

Fonte: Pleno News