Um padre, estudioso da vida de Jesus, desenvolveu uma versão diferente para o nascimento de cristo em um estábulo. Ele contesta a idéia de que a Virgem Maria e São José tenham sido rejeitados em hospedarias, que nem existiriam, na época.

Longe da agitação dos últimos dias, em Belém, o local consagrado como o do nascimento de Jesus, esta é uma paisagem típica da Terra Santa. As oliveiras, este solo árido, cheio de pedras…

E vamos conhecer um lugar ainda pouco explorado pelo turismo. No coração da Cisjordânia basicamente muçulmana, a pequena Taybeh é das cidades mais cristãs. E não é de hoje. As ruínas de Igreja Bizantina, de São Jorge, são do século XII. Na igreja moderna, católica, é hora de missa.

Longe da agitação dos últimos dias em Belém, o local consagrado do nascimento de Jesus, esta é uma paisagem típica da Terra Santa. As oliveiras, o solo árido, cheio de pedras. Vamos conhecer um lugar ainda pouco explorado pelo turismo. No coração da Cisjordânia, basicamente muçulmana, a pequena Taybeh é das cidades mais cristãs. E não é de hoje. As ruínas de Igreja Bizantina, de São Jorge, são do século XII. Na igreja moderna, católica, é hora de missa…

Bem em frente à igreja existe uma casa. Ela tem 300 anos, mas nos ajuda a entender como era a vida, nesta parte do mundo, há dois milênios e até a esclarecer alguns detalhes sobre o nascimento de Jesus.

Padre Raed, um estudioso do assunto, contesta a idéia de que a Virgem Maria e São José tenham sido rejeitados em hospedarias, que nem existiriam, na época.

Eles teriam sido abrigados em uma casa, como era o hábito. E onde a família ocupava a parte superior, convivendo com os pequenos animais, logo abaixo. E com os grandes, vacas e jumentos, mais ao fundo.

Daí a idéia de que Jesus teria nascido em um estábulo. A clássica cena do presépio, seria, portanto, bem comum, entre gente do campo.

Além de pesquisador e religioso, Padre Raed é um ativista, pela paz. Criou este símbolo, típico de Taybeh, que quer espalhar por igrejas e lares do mundo inteiro.

Fonte: G1