O governo dos Estados Unidos foi pressionado na quinta-feira a impor sanções a China, que foi incluída pelo sétimo ano consecutivo na lista negra dos severos violadores da liberdade religiosa.

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O congressista Chris Smith, proeminente membro da Câmara dos Representantes, do Partido Republicano do presidente George W. Bush, disse que chegou o momento do Departamento do Estado agir contra a China por estar na lista negra desde 1999.

“Vocês estão contemplando uma fase punitiva para a China e se não, por quê não? Este é o momento mais oportuno e precisamos avançar,” disse Smith a Stephen Liston, diretor de liberdade religiosa internacional do Departamento de Estado, durante uma audiência no Congresso.

Smith lamentou que as coisas tenham ficado ainda piores na China e citou o prolongado desaparecimento de um bispo da Igreja Católica, assim como a suposta perseguição de outros líderes cristãos clandestinos ou de outras minorias como os muçulmanos uigures, tibetanos e da seita Falungong.

Liston admitiu que o registro de liberdade religiosa da China é “extremamente pobre” e acrescentou que Washington poderia considerar novos enfoques para incentivar o país a abordar o problema.

Consultado sobre os novos passos, Liston disse que existem vários modos diferentes de fazê-lo, diplomaticamente e com o respeito à lei.

Fonte: AFP

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