A paranaense Gemma D. Pagnoncelli foi criada por pais católicos e cresceu para viver a mesma dedicação à sua religião. No entanto, um profundo encontro com Deus fez com que ela escolhesse se aprofundar numa verdadeira fé em Jesus Cristo.

[img align=left width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2017/02/14/3668481054-freira.jpg[/img]Quando completou dez anos de idade, Gemma já estava decidida a se tornar freira e foi matriculada pela família no Colégio Imaculada Conceição no município de Videira, em Santa Catarina.

Enquanto viveu os oito anos seguintes no convento, ela conheceu melhor sua tradição religiosa e teve um contato maior com a Bíblia Sagrada.

Em busca de conhecimento e curiosa pelo conteúdo das Escrituras, Gemma ficou encantada com o livro do Apocalipse, os Dez Mandamentos e muitos outros trechos da Bíblia. No entanto, conforme ela avançou no estudo bíblico, uma crescente insatisfação por sua tradição religiosa começou a ser gerada dentro dela.

Com os anos de práticas espirituais, o vazio que sentia foi se intensificando. Decepcionada e desiludida, Gemma resolveu abandonar o convento e experimentar uma nova jornada em São Paulo, onde teve contato com dezenas de denominações cristãs e diferentes religiões.

[b]Busca incansável[/b]

No entanto, sua intensa busca religiosa se tornou mais frustrante do que compensadora. Quanto mais Gemma ampliava sua compreensão da Bíblia, mais percebia quão distante as igrejas estavam do padrão bíblico. Com o passar dos anos, surgiam mais questionamentos e a vontade de desistir da busca.

Gemma conseguiu um emprego como telefonista em um hospital de São Paulo e fez amizade com alguns evangélicos. Um deles a entregou o livro “O Grande Conflito”, escrito por Ellen G. White, que conta a história do cristianismo e do fim do mundo. Sua curiosidade a levou a visitar uma igreja adventista e a receber estudos bíblicos.

Diante de uma visão mais ampla das verdades bíblicas, Gemma ficou indecisa sobre o passo seguinte que deveria dar. Para ela, essa nova igreja se aproximava das doutrinas que havia descoberto na Bíblia, mas suas práticas eram bastante heterodoxas.

Bastou um sinal de Deus, que ela havia pedido como confirmação durante uma oração, para Gemma finalmente se render a uma entrega completa e ser batizada na Igreja Adventista de Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, em 1982.

Depois de ter encontrado o caminho, desejou intensificar sua caminhada cursando Teologia na Unasp, campus São Paulo. Falecida em setembro de 2015, sua busca incansável continuará inspirando outros por meio de sua autobiografia “Busca Incansável”.

[b]Fonte: Guia-me[/b]