O Hospital Evangélico do Paraná poderá ser obrigado a fechar por conta de dívidas trabalhistas, afirmou o ministro-corregedor do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra.

Segundo reatório apresentado por Gandra, a dívida do hospital passa de R$ 25 milhões e precisa ser observada com mais atenção pelo Judiciário local.

[img align=left width=300]http://www.bemparana.com.br/upload/image/noticia/noticia_252071_img1_evangelico.jpg[/img]O ministro-corregedor expôs suas preocupações após três dias de análise do funcionamento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná. Segundo Gandra, é necessário uma maior sensibilidade dos magistrados trabalhistas paranaenses.

“É importante que se encontre uma fórmula de se pagar os créditos trabalhista, mas sem fechar o hospital”, afirmou.

Em entrevista ao portal G1, um diretor da Sociedade Evangélica Beneficente (SEB), responsável pelo hospital, reconheceu as dificuldades e reclamou uma dívida da Prefeitura de Curitiba com a SEB de R$ 6 milhões.

Maior hospital particular do Paraná, o Evangélico conta com 548 leitos distribuídos em 9 andares, unidades de internação clínica, cirúrgica e pediátrica, três centros cirúrgicos, 22 salas cirúrgicas e quatro UTIs.

[b]Fonte: Bem Paraná[/b]