“A coleta do dízimo não ultrapassa a média de R$ 1 por pessoa”, disse o cardeal arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer.

Cada dia mais dependente dos próprios recursos, por causa da redução da ajuda de dioceses da Europa e dos EUA, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pede aos fieis que contribuam com mais generosidade para manter as paróquias e os trabalhos de evangelização.

“A coleta do dízimo não ultrapassa a média de R$ 1 por pessoa, o que daria cerca de R$ 130 milhões por ano, segundo o número estimado de católicos brasileiros”, disse o cardeal arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer.

Além do dízimo, há uma contribuição mensal que os fieis podem fazer, de valor livre, em campanhas específicas. Em uma delas, a Coleta da Solidariedade arrecadou, no Domingo de Ramos, R$ 12 milhões, que foram distribuídos entre as 274 dioceses e as cerca de 9 mil paróquias do País.

Os recursos ajudam a pagar a pastoral e a estrutura da Igreja. Ontem, a 50.ª Assembleia-Geral da CNBB aprovou, em Aparecida, a criação de um fundo de ajuda às dioceses mais pobres para a formação de padres.

[b]Fonte: Estadão[/b]