A Igreja católica criticou “o enfoque” chileno da globalização e em uma carta pastoral dirigida aos camponeses indicou que este modelo “está deixando de fora o processo produtivo e de desenvolvimento aos vastos setores sociais mais desprivilegiados”.

Em uma carta, “aos homens e mulheres do campo chileno”, os bispos advertiram que o setor rural está sendo despovoado devido às precárias condições econômicas e sociais e alertaram sobre a instabilidade geradas pelos contratos de trabalhos temporários.

Os bispos pediram ao Estado a renovação “de seu compromisso decisivo e integral para renovar o pacto social com o mundo rural, que signifique investimentos públicos para modernizar e garantir os plenos exercícios dos direitos cidadãos dos habitantes do mundo rural”.

“A inserção do Chile na globalização tal como tem sido, é um fator de forte desequilíbrio e desigualdade ao interior de uma sociedade chilena”, afirmam os religiosos.

Fonte: Ansa