O Sri Lanka elegeu seu parlamento em 17 de agosto, com o ex-presidente Mahinda Rajapaksa, contestando as eleições e anunciando que ele iria ficar para o cargo de primeiro-ministro, e insistindo que ele deveria ser eleito.

Daniel, analista da Portas Abertas, aponta: “Este anúncio foi chocante para muitos no Sri Lanka, pois Rajapaksa é conhecido por sua dependência de grupos nacionalistas budistas, como Bodu Bala Sena ou Sinhala Ravaya. Mas o resultado das eleições deixou claro que a maioria dos eleitores não querem que ele volte ao grande palco político”.

“O ex-presidente teve que aceitar a sua derrota e vai atuar apenas como um ‘simples membro do parlamento’. Mas é certo de que ele procurará outras brechas para fortalecer a sua influência e continuar a ser visto. Enquanto isso, os relatórios mostram o grande número de igrejas que não concordam com a Constituição do país, e que estão sendo fechadas por isso”, conclui o analista.

O Sri Lanka foi mais um país que teve uma forte queda na Classificação da Perseguição Religiosa, de 29º em 2014 para 43º em 2015. Mas isso não deve ser visto como uma grande melhoria da situação da minoria cristã. É, antes, devido ao fato de que, em vários países, em especial na região africana, a situação piorou e alterou a posição do Sri Lanka no ranking. Ore por essa nação.

[b]Fonte: Portas Abertas Internacional[/b]