O Governo britânico rejeitou sábado as acusações do chefe da Igreja Anglicana, que afirmou que os cristãos do Oriente Médio estão ameaçados pela política levada a cabo no Iraque, pelo Reino Unido e os seus aliados.

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Numa coluna publicada no jornal The Times, Rowan Willians, arcebispo da Cantuária, considerou que os cristãos podem ser perseguidos na região em virtude da hostilidade suscitada pela invasão do Iraque.

Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico contestou esta análise, afirmando que os extremistas que se opõem à democracia são os responsáveis pelas dificuldades por que passam os cristãos no Médio Oriente.

“Não é a nossa política, mas sim os que entendem prosseguir com a violência e infligem sofrimento” que devem ser responsabilizados, disse o porta-voz ministerial.

Londres aproveitou para denunciar “o extremismo intolerante dos que têm trazido o sofrimento e o caos como meio de instaurar uma sociedade onde possam impor o seu modo de vida ao povo que claramente votou pela democracia”, disse o responsável.

“O único meio” é “trabalhar estreitamente” com o Governo democraticamente eleito do Iraque afim de criar uma sociedade onde os direitos dos cristãos e de todos sejam protegidos”, concluiu o porta-voz.

Fonte: AngolaPress

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