Principal favorito ao prêmio de melhor jogador do ano, que a Fifa irá entregar em dezembro na Suíça, o jogador evangélico, Kaká admitiu nessa quinta-feira que vive a expectativa de figurar como vencedor no pleito. A estrela do Milan ainda pediu para não mais ser interpelado com perguntas a respeito da crise de violência que tem comprometido o futebol italiano.

O astro do Milan falou com moderação a respeito da premiação da Fifa para o melhor jogador do mundo no ano, em que figura como um dos 30 finalistas, ao lado de mais dois outros brasileiros, Ronaldinho Gaúcho e Juninho Pernambucano. O anúncio final acontece no dia 17 de dezembro.

Campeão, artilheiro e grande destaque da edição passada da Liga dos Campeões, o meia do Milan desponta como favorito em especulações da imprensa internacional, citado ao lado de nomes do português Cristiano Ronaldo e do argentino Lionel Messi.

O brasileiro do Milan admite viver a expectativa para a premiação, mas esquiva-se da reputação de favorito ao prêmio que já foi dos brasileiros Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.

“Não me considero favorito. Se me elegerem, se for escolhido, aí serei o favorito. Mas vivo sim essa expectativa. Até porque tem sido dito por vocês (imprensa) que sou um dos favoritos”, afirmou o meia, que treina em Teresópolis com a seleção brasileira, na preparação para os jogos contra Peru e Uruguai pelas eliminatórias da Copa de 2010.

Menos à vontade com o tema “crise do futebol italiano”, Kaká pediu aos jornalistas para não mais ser indagado a respeito dos problemas dos incidentes de violência no país onde atua.

Na última terça, o meia apresentou discurso crítico sobre a situação e chegou a condicionar a continuidade de seu trabalho no país europeu à resolução dos problemas de violência entre torcedores locais.

“Peço a vocês jornalistas que não me perguntem mais sobre isso. Já me pronunciei a respeito e vou falar sobre esse assunto pela última vez”, comentou Kaká, a respeito de críticas do lateral Panucci, da Roma, sobre as observações do brasileiro a respeito do tema. O italiano afirmou que todo jogador deve priorizar bons contratos na Itália, independente de questões externas.

“Eu tenho a minha opinião, ele tem a dele. Só isso. Expus a minha opinião, que pode não bater com a de outras pessoas”, emendou.

Fonte: UOL