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De acordo com as informações da emissora BBC, em julho, o parlamento tunisiano aprovou uma nova lei antiterrorismo, que inclui a pena de morte para os praticantes de atos terroristas. As organizações de direitos humanos estão preocupadas que esta lei possa ser usada para silenciar a oposição política. Analistas, como Hayet, defende que o terrorismo deve ser resolvido através da reforma do sistema de ensino.

Dennis, analista da Portas Abertas, diz: “Não existe uma receita para combater o terrorismo, mas é inegável que a violência islamita é uma fonte crescente de preocupação na Tunísia. A Primavera Árabe trouxe uma grande mudança no regime do país”.

Um partido islâmico foi eleito para um cargo político, mas perdeu o controle majoritário depois de seu primeiro mandato. “Isso não significa que a ameaça do islamismo foi evitada. Na Tunísia, os islamitas continuam altamente visíveis. Além disso, é importante ter em mente que a evolução política desse país não é positiva como a mídia faz parecer, incluindo a situação das minorias, como é o caso dos cristãos”, conclui Dennis.

[b]Fonte: Portas Abertas Internacional[/b]