De acordo com a Agência Brasil, Feliciano permitiu acesso livre aos seus apoiadores e restringiu a entrada de manifestantes.

O deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) conduziu, na tarde desta quarta-feira, a reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da qual é presidente, barrando a entrada de alguns participantes.

Segundo a Agência, a reunião, que discutiu a saúde indígena, foi muito mais tranquila do que as passadas, já que constantes manifestações contrárias e favoráveis a Feliciano estão acontecendo quase diariamente. Os acessos aos corredores que levam às salas das comissões da Câmara dos Deputados foram barrados pela Polícia Legislativa.

“Pedi para a Polícia Legislativa observar o perfil porque pelo perfil é possível saber quem é ordeiro”, disse Feliciano. “A ordem dada é para que entrem pessoas de bem e que saibam se manifestar de maneira silenciosa”.

De acordo com o Estadão, os apoiadores do pastor, no entanto, chegaram a aplaudir Marco Feliciano em alguns momentos sem que a Polícia Legislativa interviesse.

Mesmo com menos ouvintes, ainda houve um momento em que o manifestante Antônio José de Souza discordou de como Feliciano conduzia a reunião e precisou ser retirado da plateia. Segundo ele, ele não gostou de ver dentro da sala “apenas simpatizantes de Feliciano”.

A Agência informou que o deputado Simplício Araújo (PPS-MA) defendeu o manifestante e disse que os parlamentares que fazem parte da história da comissão deveriam voltar. Além disso, o deputado afirmou que a “CDHM precisa ter o contraditório e não só defensores de Feliciano”.

Feliciano rebateu dizendo que procurou conversar com os deputados que deixaram a comissão, mas que não recebeu nenhum comunicado. “É lamentável. Eu procurei, sentei com cada um e não há acordo, eles dizem que são extremos”, afirmou.

[b]Fonte: The Christian Post[/b]