Através do Twitter, o deputado afirmou que, com essa atitude, a presidente “rasga o documento assinado e entregue aos evangélicos/católicos prometendo que nunca aprovaria o aborto”.

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) teceu uma série de críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) devido ao anúncio de que ela vai sancionar o projeto de lei 03/2013, aprovado no último dia 04 de julho de 2013, e que permite a “profilaxia da gravidez”.

Através do Twitter, o deputado afirmou que, com essa atitude, a presidente “rasga o documento assinado e entregue aos evangélicos/católicos prometendo que nunca aprovaria o aborto”. A afirmação de Feliciano se refere a um compromisso de campanha feito pela presidente junto a líderes religiosos, de que não aprovaria leia a favor do aborto durante seu governo.

– Ela não atendeu o pedido da CNBB, das organizações Espiritas, do FENASP, e deste Deputado. Ela sancionou o projeto de dúbia interpretação. – criticou Feliciano, que ainda ironizou os pedidos feitos pelos grupos religiosos dizendo: – Negar 1 pedido ao Feliciano esse fundamentalistazinho teimoso, ok, Mas negar a CNBB e há mais de 10 entidades que lutam contra o aborto.

– Se eu pudesse convocar todos os q são contra o aborto a fazer uma manifestação pacifica, mas ñ tenho esse poder, afinal sou o Feliciano. – completou.

De acordo com o deputado, o projeto de lei não fala apenas sobre vitimas de estupro, mas também sobre de sexo sem consentimento e profilaxia da gravidez, “como se gravidez fosse doença”.

– Uma mulher gravida de 2 meses dizendo ao médico q o marido fez sexo a força, ou ela ñ qria pq estava com dor de cabeça? Aborto feito! (sic) – escreveu Feliciano, dizendo que não há como provar que o sexo foi sem consentimento, diferente dos casos de estupro onde há violência, casos que a legislação vigente já contempla.

– A lei brasileira já contempla o aborto em caso de estupro. Eu não concordo, mas é lei. Agora ampliam para sexo sem consentimento – ressaltou o deputado, que segue suas críticas classificando o aborto como assassinato.

Marco Feliciano criticou ainda o fato de o Brasil não ter leis a favor da pena de morte, mas aprovar uma legislação que, segundo ele, autoriza o aborto.

– Nosso país é contra a pena de morte, mas a favor do aborto. Moro num país onde um animal vale mais que um ser humano – finalizou.

[b]Fonte: Gospel+[/b]