O pastor Marco Feliciano estava pregando quando pediu para que um grupo de ativistas gays fosse retirado e presos.

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) novamente foi alvo de protestos de ativistas gays durante um evento realizado pela Igreja Assembleia de Deus da cidade de Santarém, no Pará.

Na última segunda-feira, um grupo de manifestantes protestava contra Feliciano, que estava no município para participar de um evento em comemoração aos 85 anos da Assembleia de Deus, e o pastor pediu à Polícia Militar que fizesse cumprir a proteção da lei à liberdade de crença e ao local de culto, e pediu a prisão dos manifestantes: “Essas pessoas podem sair daqui presas, algemadas, agora. Semana passada eu já prendi dois. Isso aqui não é casa da mãe Joana. Isso aqui é uma igreja. Respeitem essa igreja”, gritou o pastor, usando o microfone.

Pessoas que estavam no evento filmaram o tumulto e gravaram a indignação do pastor com a manifestação durante o culto: “Eu convidei vocês pra receberem uma oração e pra participar do culto. Pra fazer baderna, vá fazer na sua casa. Vá fazer baderna lá no antro de prostituição. Vá fazer baderna lá nos quintos dos infernos”, berrou Feliciano.

O tumulto cresceu e os manifestantes foram levados à delegacia, acompanhados de alguns dos seguranças contratados pela igreja organizadora do evento, para prestar esclarecimentos.

De acordo com informações da TV Liberal, afiliada à Rede Globo, os manifestantes se queixaram de agressões: “A polícia embargou a gente depois que um cara que estava fazendo a segurança do evento tirou o colete para agredir um dos meninos”, relatou a estudante Ingrid Brasil.

A advogada dos manifestantes declarou que foi “acionada diante de uma denúncia de truculência” por parte da polícia e dos seguranças: “Houve o evento na orla da cidade em que as pessoas, pela liberdade de expressão, tentaram se manifestar contrariamente a uma pessoa que é conhecida nacionalmente”, disse a advogada Juliane Fontele.

Eyceila Menezes, advogada da Assembleia de Deus, justificou a ação da Polícia contra os manifestantes dizendo que eles se recusavam a deixar o local, mas ressaltou que a igreja não prega violência: “Realmente não é a intenção da igreja fazer nenhum tipo de procedimento contra os jovens”.

[b]Repercussão na Região
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O blog do J Campos publicou informações sobre o tumulto, e os internautas comentaram o ocorrido. Márcio Albuquerque incentivou Feliciano em sua postura: “Esses ativistas querem ter respeito mais não sabe ter! Algemas neles Feliciano ‘futuro presidente do brasil’”, escreveu.

A reação contrária também foi registrada: “Só Jesus pode nos salvar do Feliciano, de sua maldade e da sua perseguição contra quem não aceita a viver de acordo com seus dogmas… Povo de Deus diga não às injustiças e as maldades que este homem faz a quem não segue a ele e sua religião…”, escreveu Francisco Lima.

[b]Fonte: Gospel+
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