O pastor e deputado federal Marco Feliciano aceitou o convite do PSC e será lançado candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2016. A decisão foi confirmada pela assessoria de imprensa do parlamentar.

Integrante da bancada evangélica, Feliciano tem pautado seu mandato pela “defesa da família” e por bandeiras religiosas, como o ensino do criacionismo nas escolas públicas e privadas do país. Na Câmara, o pastor também ficou marcado por declarações polêmicas contra homossexuais e o casamento gay. Em 2014, foi o terceiro deputado federal mais bem

[img align=left width=300]http://www.brasil247.com/images/cache/1000×357/crop/images%7Ccms-image-000363308.jpg[/img]Na Câmara, o pastor também ficou marcado por declarações polêmicas contra homossexuais e o casamento gay. Em 2014, foi o terceiro deputado federal mais bem votado por São Paulo, com 398 mil votos.

Na eleição, deve enfrentar o deputado federal Celso Russomanno (PRB-SP), que foi o parlamentar mais bem votado pelo Estado (1,5 milhão), e já anunciou sua pré-candidatura.

A candidatura de Feliciano pode ser vista como uma espécie de “compensação”, isso porque o pastor também tinha em seus planos disputar a Presidência da República no ano passado, mas foi preterido com a escolha do Pastor Everaldo.

Feliciano é um forte ativista contra o casamento gay, mas também ganhou inimigos no movimento negro, ao fazer citações bíblicas dizendo que os povos africanos são “amaldiçoados”. A decisão de sua candidatura foi tomada na manhã de hoje, em São Paulo.

“Vamos buscar partidos para aumentar nosso tempo de TV”, disse Pastor Everaldo. Everaldo é hoje o presidente nacional do PSC.

A eleição na capital paulista apresenta uma série de pré-candidatos até o momento. Além de Russomanno e Feliciano, há outros nomes cotados, como a senadora Marta Suplicy, em vias de se filiar ao PMDB, o jornalista e apresentador de TV Datena, que está próximo do PP, e o empresário João Dória Jr., que disputará prévias no PSDB para viabilizar sua in

Entre os tucanos cogita-se ainda os nomes do vereador Andrea Matarazzo e dos deputados federais Bruno Covas e Ricardo Trípoli. Isso sem contar o prefeito Fernando Haddad (PT), que deve buscar a reeleição e enfrenta dificuldades para manter a união da base aliada em meio as negociações entre Marta e o PMDB.

[b]Fonte: Valor Econômico e Diário de Pernambuco[/b]