FG News: Movimento LGBT foca em crianças e adolescentes para propagar seus ideais de liberação sexual

Postado em: 24-11-2013 Cartilhas, livros didáticos e livros infanto-juvenis têm sido usados como estratégias para tornar o homossexualismo algo natural. O objetivo do Movimento LGBT tem sido desconstruir a heteronormatividade e os fundamentos da cultura judaico-cristã.

Trabalhar a consci√™ncia de jovens e adultos, n√£o √© mais suficiente. Agora, a meta do Movimento de L√©sbicas, Gays, Bissexuais e Transg√™neros (LGBT) em todo o mundo √© doutrinar os indiv√≠duos desde a inf√Ęncia e adolesc√™ncia, despertando a sexualidade desses, para que possam ‚Äúdesabrochar o seu lado feminino ou masculino‚ÄĚ sem crises. Escolas de Ensino Fundamental e M√©dio em todo o mundo t√™m sido bombardeadas por estes ensinamentos e com o apoio do Estado que, na maioria dos casos, √© quem financia a produ√ß√£o e divulga√ß√£o do material com o dinheiro dos cidad√£os contribuintes. A meta do movimento LGBT √© orientar e educar as crian√ßas para que elas possam ser, mais facilmente, objeto do que eles chamam de 'desconstru√ß√£o da heteronormatividade'.

No Brasil, o grupo tem orientado o governo neste sentido, buscando junto ao Minist√©rio da Educa√ß√£o, que li√ß√Ķes ‚Äúanti-homof√≥bicas‚ÄĚ sejam inseridas nos livros did√°ticos. Li√ß√Ķes estas, em realidade, submetem meninos e meninas √† ensinamentos bissexuais, e os estimulam a se descobrirem sexualmente com a justificativa de que isso √© comum, normal, natural.

Um exemplo disso √© a ilustra√ß√£o de um livro alem√£o (de onde foi retirada a imagem no in√≠cio do texto) que ficou bem conhecido no Brasil, na metade deste ano. O livro mostra o dia-a-dia de um casal homossexual e sua conviv√™ncia de sucesso com o ‚Äúfilho‚ÄĚ adotivo. Na Holanda, em 2000, a escritora Linda de Hann lan√ßou o livro ‚ÄėKoning & Koning‚Äô que foi traduzido para o ingl√™s ‚ÄėKing & King‚Äô e j√° existe a vers√£o em portugu√™s ‚ÄėPr√¨ncipe e Pr√≠ncipe‚Äô. Um conto de fadas, onde o pr√≠ncipe vai se tornar rei, mas n√£o quer se casar com uma princesa. J√° Imagem redimensionadaem 2010, o prefeito da capital holandesa Amsterd√£, Eberhard Van Der Laan, declarou que iria inserir personagens homossexuais nos livros escolares, para que as mat√©rias abordem a homossexualidade com naturalidade.

Em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro, cartilhas produzidas para o p√ļblico gay foram distribu√≠das livremente no IFRJ (Instituto Federal de Educa√ß√£o, Ci√™ncia e Tecnologia do Rio de Janeiro) ‚Äď institui√ß√£o de ensino voltada para adolescentes e jovens ‚Äď com um conte√ļdo que chocou pais e mesmo alunos, pelas imagens expl√≠citas, sem nenhum pudor, de rela√ß√£o sexual entre homens, al√©m de linguagem pesada, obcena e de duplo sentido. Mais ainda, a cartilha orientava que o sexo poderia ser seguro mesmo sem o preservativo. Quando o caso chegou √† imprensa e foi investigado, representantes do movimento LGBT informaram na √©poca que desconheciam a a√ß√£o e que a distribui√ß√£o do material foi feita por um grupo isolado. O material teria sido enviado da Holanda.

A dire√ß√£o do IFRJ, por sua vez, declarou que a distribui√ß√£o das cartilhas foi feita durante a 5¬™ Parada da Cultura, que √© um evento aberto ao p√ļblico em geral, e que, portanto, a distribui√ß√£o do material ocorreu sem sua autoriza√ß√£o. Seja como for, as informa√ß√Ķes do IFRJ e do Movimento LGBT n√£o levaram aos respons√°veis pela distribui√ß√£o, por√©m o material chegou ao ponto de ser entregue a adolescente de at√© 13 anos de idade.

Algumas cartilhas produzidas com a inten√ß√£o de complementar o material did√°tico, na verdade tem causado confus√£o na mente dessas crian√ßas, pois o corpo e a forma√ß√£o psicol√≥gica, em sua maioria, n√£o est√£o preparados para um incentivo √† auto-descoberta deste n√≠vel. No in√≠cio do ano, cartilhas com ensinamentos sexuais foram distribu√≠das em v√°rios Estados do Brasil, por√©m um grupo de parlamentares do Congresso Nacional realizou uma campanha para a retirada do material de circula√ß√£o e conscientizando os pais sobre o perigo deste conte√ļdo.

Os Minist√©rios da Sa√ļde e da Educa√ß√£o j√° foram responsabilizados, at√© em ju√≠zo, pela produ√ß√£o de materiais que ‚Äúeducam sexualmente‚ÄĚ e ‚Äúorientam‚ÄĚ sobre o uso das drogas (orientando a usar a droga de forma respons√°vel). Esses conte√ļdos eram destinados a crian√ßas entre 8 e 12 anos, onde em alguns casos foi pedida a confidencialidade, e a crian√ßa n√£o poderia revelar aos pais. H√° relatos de casos no Rio de Janeiro nos quais, com o material distribu√≠do livremente nas m√£os dos alunos, isso come√ßou a causar s√©rios preju√≠zos √† sa√ļde das crian√ßas (meninas), pois, ao ensin√°-las a se masturbar, elas acabavam inflamando seus √≥rg√£os genitais (informa√ß√£o confirmada por ginecologistas que procuraram o apoio parlamentar em Bras√≠lia). Do mesmo modo, meninos come√ßaram a freq√ľentemente sair da sala de aula para estimularem-se sexualmente no banheiro.

Grandes campanhas realizadas por cristãos no país, ainda buscam impedir que tais materiais cheguem às mão das crianças dentro das escolas e lutam contra qualquer tipo de apologia à pedofilia, manipulação de estatísticas, violação de direitos, abusos e exploração, como é o caso da ANAJURE. Se você conhece algum caso assim, denuncie à nossa associação.

Fonte: ANAJURE