Miss√Ķes: Igreja permanece na S√≠ria, apesar da guerra

Postado em: 09-12-2016

"Durante esses 5 anos passamos por situa√ß√Ķes realmente complicadas e tristes; a morte √© algo que nos rodeia o tempo todo, sempre somos amea√ßados, mas a nossa f√© nos sustenta"

Imagem redimensionada"Eu queria ter uma vida normal como todos os jovens ao redor do mundo. Queria participar de atividades na igreja, viajar, ter uma boa educação e poder sonhar. Mas a guerra chegou e tudo ficou de cabeça para baixo", disse Sarah*, uma cristã perseguida que vive em Aleppo. A equipe da Portas Abertas a encontrou numa igreja no Líbano, ocasião em que ela contou um pouco de sua história e sobre como consegue encontrar forças em Jesus em meio a tanta violência e destruição.

Atualmente, Sarah vive com seus pais e irm√£os, e desde que Aleppo foi tomada pelo Estado Isl√Ęmico, em 2012, a fam√≠lia teve que se acostumar com os disparos frequentes, bombardeios e combates. "Nossa regi√£o n√£o √© segura, mas existem lugares ainda mais perigosos", ela garante. "Durante esses 5 anos passamos por situa√ß√Ķes realmente complicadas e tristes. A morte √© algo que nos rodeia o tempo todo, sempre somos amea√ßados, mas a nossa f√© nos sustenta", disse ela.

Sarah explica que os jovens crist√£os est√£o investindo no futuro da igreja no pa√≠s. "Somos jovens e sabemos da nossa responsabilidade. Mesmo em meio aos perigos, a igreja organiza eventos para n√≥s e assim procuramos encorajar uns aos outros. √Č isso o que nos d√° esperan√ßa para enfrentar essa guerra at√© o dia em que vamos poder construir a "pr√≥xima S√≠ria", um lugar melhor e mais tranquilo de se viver", concluiu.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte: Portas Abertas