FG News: Mulher confessa, durante culto, ter assassinado a filha

Postado em: 27-08-2007 Uma evang√©lica afirmou neste domingo durante um culto transmitido ao vivo pela R√°dio Rede Aleluia ter estrangulado a pr√≥pria filha e bebido o sangue num ritual sat√Ęnico. Assustados, ouvintes da emissora avisaram a Pol√≠cia Militar.

Quando a PM chegou à Igreja Universal do Reino de Deus, na Avenida Celso Garcia, na zona leste de São Paulo, a mulher já desaparecera entre as 4.500 pessoas que estavam no local.

Os pastores Wanderson Pereira, de 34 anos, e Jo√£o de Carvalho, de 50, disseram no 12¬ļ Distrito (Pari) n√£o poder identificar a suposta assassina. A pol√≠cia tentar√° identificar a suposta assassina em registros do culto em v√≠deo.

Polícia Civil quer saber se mulher realmente matou filha em ritual de bruxaria

De acordo com os pastores, a fiel admitiu ter participado de uma ‚Äúbruxaria‚ÄĚ com a pr√≥pria filha. Segundo ela, a menina foi estrangulada e o sangue da v√≠tima foi bebido pela m√£e. Transmitido ao vivo por uma r√°dio FM, a confiss√£o da evang√©lica foi ouvida por uma pessoa que resolveu acionar a Pol√≠cia Militar e denunciar o caso.

Os pastores Wanderson e João Barbosa, disseram à polícia que não têm como identificar a mulher porque, na hora da celebração, havia entre 4 mil e 5 mil pessoas no templo.

Os pastores ficaram de entregar √† pol√≠cia as grava√ß√Ķes sonoras feitas na missa e tamb√©m as imagens do circuito interno de c√Ęmeras do templo para que possam tentar identificar a investigada. Segundo os pastores, ela √© uma mulher parda, de 1,65 metro e manca de uma das pernas.

No testemunho durante a celebra√ß√£o evang√©lica, a mulher teria dito tamb√©m que √© portadora de aids e de c√Ęncer e que √© amea√ßada pelo centro de bruxaria. Segundo a pol√≠cia, ainda n√£o h√° nenhum ind√≠cio que comprove que o crime realmente ocorreu, mas o caso ser√° investigado.

Procurados ontem à tarde no templo do Brás, os pastores não foram localizados para comentar o assunto. A Igreja Universal também não se manifestou. O caso foi registrado pela polícia como apologia ao crime.

Fonte: Agência Estado e Jornal da Cidade de Bauru