Missões: Cristianismo enfrenta perseguição crescente na Ásia Central

Postado em: 18-09-2006 "As coisas estão retrocedendo, chegando quase ao que acontecia antes do colapso da ex-União Soviética.” Essa é a mensagem de Malcolm Smith, da Missão Bíblica Internacional, que acabou de voltar da Ásia Central.

De acordo com Malcolm, os funcionários religiosos estão tomando a lei em suas mãos e perseguindo os cristãos. Ele diz que o trabalho da Missão foi afetado. "Tivemos que mudar a maneira como nossa equipe trabalha em alguns países da Ásia Central. Não posso lhes dar nomes e lugares específicos, por medo de represálias. Mas, tivemos diversos programas ministeriais que tiveram que ser alterados drasticamente."

Malcolm ainda disse que eles tiveram problemas para coordenar o discipulado e seguir em suas campanhas de evangelização, que aconteceram nesse inverno. Isso está acontecendo apesar de muitos países afirmarem que têm liberdade religiosa.

Segundo ele, os cristãos são "repetidamente presos, perturbados pelos funcionários públicos, ameaçados pelos imames locais e também assistem seus livros serem queimados. Eles viram os portões de suas igrejas serem destruídas; lhes disseram que seriam mortos em duas semanas; eles não desistem."

Apesar da crescente perseguição, Malcolm diz, os obreiros de sua missão estão prontos para continuar o ministério.

O cristianismo está sofrendo competição, e ele é popular, diz Malcolm. "Outras religiões estão indo com tudo em suas campanhas evangelísticas. Eles estão acelerando seus programas de construção. Eles estão plantando uma média de 20 igrejas para cada uma das nossas."

Enquanto são necessários fundos para levar Bíblias às mãos dos cristãos, Malcolm diz que ele precisa de nossa ajuda todo dia. “Apenas ore. E, ore sem cessar, pois, literalmente, todos os dias as pessoas se reúnem nas casas e falam do evangelho com pessoas que precisam desesperadamente conhecer Deus.”

Fonte: Portas Abertas