A comunidade católica na Mongólia cresce também fora da capital, Ulan Bator. Foi o que anunciou a Prefeitura Apostólica da Mongólia que, no próximo dia 7 de abril, durante a vigília pascal, fará uma cerimônia coletiva, durante a qual 23 crianças e jovens receberão o Batismo e enriquecerão a pequena comunidade católica na cidade de Darkhan, centro industrial, ao norte da capital.

Quem acompanha a pequena comunidade é o salesiano, padre James Cheruwathur, que trabalha há alguns anos no local, com outros religiosos.

Esse fato _ o Batismo dessas crianças e jovens _ representa o primeiro fruto importante de seu trabalho pastoral. “Logo que chegamos aqui, começamos a visitar as pessoas, sobretudo para estabelecer um contato com os jovens. O resto foi o Senhor que realizou” _ afirma o sacerdote.

O evento é um sinal de esperança para toda a comunidade católica na Mongólia, que hoje, ao todo, conta 370 fiéis. O prefeito apostólico de Ulan Bator, Dom Wenceslao Padilla, disse que “a Igreja está lançando raízes em todo o país, como demonstram os novos centros missionários nas cidades de Darkhan, Erdenet e numa outra província a sudoeste da capital”.

Os missionários aumentam e, atualmente, há religiosos provenientes de todo o mundo: “eles são um grande sinal da universalidade da Igreja e seu testemunho é verdadeiramente precioso” _ acrescentou Dom Wenceslao.

Dom Wenceslao Padilla observou ainda, que “a progressiva abertura da Mongólia aos valores democráticos e ao mundo externo está criando espaços sempre maiores, para a pastoral da Igreja e para a evangelização”.

Atualmente, trabalham na Mongólia, 56 missionários (entre congregações masculinas e femininas) de 14 países da África, Ásia, Europa e América Latina.

Fonte: Rádio Vaticano