Em sua mensagem de fim de semana, Obama se centra no que às vezes é seu “trabalho mais difícil, mas também o mais gratificante, o de ser pai”.

Dedicar tempo aos filhos, dar amor incondicional e fazer parte de sua vida são alguns dos conselhos que o presidente dos Estados Unidos Barack Obama dá aos americanos poucos dias antes do Dia dos Pais, comemorado no país no próximo domingo.

O líder americano – cujo próprio pai abandonou a família e retornou a seu país de origem, Quênia, quando ele tinha apenas dois anos – sempre garantiu que sua grande prioridade na vida é ser um bom pai para suas filhas, Malia, de 12 anos, e Sasha, de 10 anos.

Obama, que como presidente tratou de fomentar a responsabilidade paternal, recorre a sua experiência como criança sem a presença de um pai e seus esforços por ser uma boa figura paternal.

“Em primeiro lugar, precisam que dediquemos tempo. E mais importante que a quantidade de horas que passamos com eles é a qualidade dessas horas… os momentos mais simples podem ter o maior impacto”, lembra o governante.

As crianças “também precisam de estrutura, o que inclui aprender os valores da autodisciplina e responsabilidade”, acrescenta.

Como exemplo, explica que “por mais que Malia e Sasha vivam agora na Casa Branca, Michelle (sua esposa) e eu nos asseguramos que terminem seus deveres, façam suas tarefas de casa e passeiem com o cachorro”.

Acima de tudo, lembra, “as crianças necessitam amor incondicional, quando tudo sai bem e quando cometem erros; quando a vida nos faz sorrir e quando as coisas estão difíceis”.

Após lembrar que seu Governo estabeleceu uma série de programas para facilitar apoio aos pais, aponta que “todo pai tem a responsabilidade pessoal de fazer o correto para seus filhos”, desde encorajá-los a deixar o computador para ler um livro até preparar um almoço saudável e dar exemplo de como tratar aos demais.

Ele mesmo, explica, já atuou como treinador de basquete na escola de sua filha mais nova -“foi muito divertido, apesar de que Sasha se envergonhava quando seu pai expressava seu desacordo com os árbitros” – e espera que a menina lembre “experiências como esta que podem a ajudar a definir o tipo de pessoa e a mãe que será”.

[b]Fonte: EFE[/b]