No dia 14 de fevereiro, um pastor, sua esposa e seus dois filhos faziam uma visita a um membro de sua igreja que estava doente quando uma pessoa jogou pedras dentro da casa. A polícia prendeu o suspeito que, ao ser interrogado, confessou o ataque, mas se negou a dizer o nome das pessoas que o incitaram para o ato.

O pastor prestou queixas na delegacia de polícia de Weeraketiya. Desde então, ele vem recebendo ameaças anônimas por telefone e os membros de sua igreja precisam lidar com agressões verbais por parte dos moradores do vilarejo quando vão para os cultos.

Em Galle, distrito vizinho, no dia 2 de março, uma quadrilha de cerca de 200 pessoas invadiu a casa de outro pastor e o ameaçou de morte se ele não saísse do vilarejo. O grupo estava bastante exaltado e mencionou a esposa do pastor, que é de origem tâmil, dizendo que a igreja poderia ser suspeita de envolvimento com atividades terroristas.

Depois de prestarem queixa, o pastor e sua família fugiram para um lugar seguro e desconhecido, por temerem por suas vidas. Três homens armados com pedaços de paus ameaçaram a congregação do pastor no mês de fevereiro durante uma aula de escola dominical.

No distrito de Mallaitivu, uma igreja foi incendiada no dia 3 de março. O pastor da igreja, sua família e mais duas pessoas estavam dentro da Casa de Oração Monte Sião no momento do incêndio. De acordo com as informações, todos conseguiram escapar, mas o paradeiro da família ainda é desconhecido

Fonte: Portas Abertas