Duas pesquisas publicadas nesta sexta-feira pelos jornais “Yediot Ahronot” e “Jerusalem Post” por ocasião do Ano Novo judaico –que começa hoje e dá início ao ano 5767– evidenciam um clima de maior preocupação para muitos israelenses.

Pela primeira vez, a data acontece em um período inquieto para os israelenses, que acabaram de sair de uma guerra contra o grupo xiita Hizbollah no Líbano.

Segundo o “Post”, 75% da população de Israel acredita hoje que o país esteja “lutando por sua sobrevivência”, enquanto 56% acha que o país está menos seguro hoje do que há dez anos.

Cerca de 45% das pessoas consultadas disseram continuar acreditando que Israel é “o melhor lugar para se viver”, mas 27% consideram-no um país pior do que os outros.
Já 39% da população afirma que Israel é um país “mais corrompido” do que os outros Estados ocidentais, enquanto 40% acha que a situação não é pior.

De acordo com a pesquisa do Yediot Ahronot, 53% da população considera o Irã, liderado pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad, a principal ameaça para Israel.

A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, advertiu nos últimos dias em Nova York que poderiam restar apenas “poucos meses” antes de o Irã obter armas nucleares.

Fonte: Folha Online