Um procurador do estado da Carolina do Sul deve solicitar pena de morte contra Dylann Roof, [url=http://folhagospel.com/modules/news/article.php?storyid=30397]acusado de matar nove pessoas negras durante um encontro em uma igreja na cidade de Charleston[/url], em junho, segundo informa a agência Reuters citando documentos da corte divulgados nesta quinta-feira (3).

Roof foi indiciado em julho por 33 crimes federais, incluindo crimes de ódio, violações de armas de fogo e obstrução de prática religiosa. Essas acusações pode levá-lo à pena de morte.

[img align=left width=300]http://s2.glbimg.com/fVqI-8VX–ldLCCMcNrEO5NVQyE=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/06/19/charleston.jpg[/img]O jovem de 21 anos, que também enfrenta acusações estaduais por nove homicídios, foi detido após o tiroteio, em 17 de junho, na Emanuel African Methodist Episcopal Church, em Charleston.

No dia do ataque, o suspeito se sentou junto com os paroquianos durante uma hora antes de abrir fogo, matando nove pessoas. Ele teria confessado a agressão e dito que pretendia instigar novos confrontos raciais, segundo a rede CNN.

Roof, que é branco, apareceu em fotos exibindo bandeiras dos confederados e queimando ou profanando bandeiras dos EUA, e alegadamente escreveu textos incentivando violência racial. Sobreviventes disseram à polícia que ele proferiu insultos raciais durante o ataque.

O massacre trouxe de novo à tona o debate sobre as divisões raciais e a criminalidade nos EUA, e reiniciou discussões sobre controle de armas em um país onde o direito de possuir armamentos é protegido pela Constituição.

[b]Fonte: G1[/b]