O professor foi denunciado por um estudante da New Vision High School que afirmou que ele estaria violando a Constituição dos EUA.

O professor norte americano John Alameda está sendo investigado por recompensar seus alunos com “biscoitos / cookies bíblicos” e por oferecer crédito extra para aqueles que copiassem versículos da Bíblia. Alameda é professor do ensino médio na Califórnia e está sendo acusado de violar a Constituição dos Estados Unidos.

O professor foi denunciado por um estudante da New Vision High School, que afirmou que ele estaria em “clara violação da Constituição dos EUA”. A acusação do estudante recebeu o apoio da associação ateísta “Americans United for Separation of Church and State” {Americanos unidos pela separação da igreja e do Estado).

Após a denúncia feita pelo estudante, John McGinnis, representante da Americans United, enviou uma carta ao superintendente escolar local, Jason Messer, na qual estabelece as alegações contra o professor.

– Recebemos uma denúncia de que o professor John Alameda, da New Vision High School, está usando sua posição oficial para promover um ‘clube bíblico’ após a escola. Nós entendemos que o Sr. Alameda não só patrocina o clube, mas também compartilha suas crenças cristãs durante o horário escolar e, com freqüência, incentiva seus alunos a participarem das reuniões do clube. Além disso, ele oferece um crédito extra para quem copiar versículos bíblicos e dá aos alunos ‘cookies da Bíblia’ como um recompensa por completar tarefas de classe – afirmou McGinnis na carta.

– Nós escrevemos para informá-lo de que essas ações violam a Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Nós pedimos que vocês tomem medidas para assegurar que o Sr. Alameda está em conformidade com os requisitos constitucionais – completou.

McGinnis afirmou ainda que a legislação norte americana proíbe professores de compartilharem sua fé com os alunos durante o horário escolar “e incorporar conteúdos religiosos no currículo para obtenção de crédito extra e como recompensa”.

– Está bem estabelecido que a Cláusula proíbe funcionários de escolas de usarem seus cargos oficiais para promover atividades religiosas ou perspectivas religiosas para estudantes de qualquer maneira – ressaltou McGinnis.

O distrito escolar responsável pela escola ainda não se manifestou plenamente sobre a denúncia, mas publicou uma nota ofical na qual afirma que respeitam a diversidade e as crenças da comunidade e que “se dedica a garantir a separação entre Igreja e Estado na forma da lei”.

[b]Fonte: Gospel +[/b]