Os seqüestradores do sacerdote italiano seqüestrado há mais de duas semanas no sul das Filipinas garantiram ao Exército que o refém está vivo, mas disseram que precisam de dinheiro para comprar os remédios que ele deve tomar, informou a imprensa filipina.

O general Mohammed Ben Dolorfino, chefe do grupo conjunto das forças de segurança que tenta achar o padre Bossi, disse que um dos emissários do Governo conseguiu falar com os seqüestradores através de um intermediário.

O mediador, que tem ligação direta com os seqüestradores, comunicou ao enviado oficial que eles precisam comprar os remédios de Bossi, de 57 anos e hipertenso.

No entanto, o telefonema não é a “prova de vida” exigida para iniciar as negociações para a libertação do refém, disse o comandante militar da capital, segundo o jornal “The Philippine Daily Inquirer”.

Fonte: EFE