A afirmação foi do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, durante a 19ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou nesta quinta-feira, durante a 19ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo, que o STF (Supremo Tribunal Federal) rasgou a Constituição ao permitir a união entre homossexuais e liberar a Marcha da Maconha.

“Se governador, prefeito e presidente for contra a família, não vai ter o nosso voto. Se amanhã alguém quiser fazer a marcha a favor da pedofilia, vai pode fazer”, disse Malafaia. “Não estamos querendo fundar o Estado evangélico”, reiterou.

Malafaia apoiou o tucano José Serra na campanha presidencial do ano passado.

Milhares de fiéis participam desde as 10h de ontem do evento religioso no centro de São Paulo.

Entre os presentes também estavam o casal fundador da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

“Meu Deus é o dono do ouro e da prata. Enquanto meu Deus age, ninguém pode impedir”, disse a bispa Sônia.

No ano passado, segundo a Polícia Militar, a Marcha reuniu 2 milhões de pessoas. Os organizadores esperavam 5 milhões. Neste ano, eles preferiram não divulgar uma estimativa.

De acordo com a Renascer, 800 caravanas com 35 mil pessoas de outras cidades vieram para o ato.

Houve representantes de outras igrejas como Assembleia de Deus, Bola de Neve, Batista Betel e Sara Nossa Terra.

[b]Marcha para Jesus reúne 5 milhões de fiéis em SP, dizem organizadores
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Cerca de 5 milhões de fiéis participam nesta quinta-feira da 19ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo, segundo organizadores do evento.

[img align=left width=300]http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/11174314.jpeg[/img]A Polícia Militar, no entanto, estima cerca de 1 milhão, mas o número corresponde apenas às pessoas concentradas na praça Heróis da FEB (zona norte).

Entre os presentes estão o casal fundador da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e o pastor Silas Malafaia.

“Meu Deus é o dono do ouro e da prata. Enquanto meu Deus age, ninguém pode impedir”, disse a bispa Sônia.

O evento partiu da praça da Luz (centro) às 10h e percorreu quatro quilômetros até a praça.

A partir das 13h, começaram os atos religiosos e os shows de música gospel. A previsão é que o evento termine por volta das 21h.

No ano passado, segundo a Polícia Militar, a Marcha reuniu 2 milhões de pessoas. Os organizadores esperavam 5 milhões.

De acordo com a Renascer, 800 caravanas com 35 mil pessoas de outras cidades vieram para o ato. Há representantes de outras igrejas como Assembleia de Deus, Bola de Neve, Batista Betel e Sara Nossa Terra.

[b]Marcha reúne 18 mil evangélicos de 400 igrejas em Uberlândia[/b]

Cerca de 18 mil pessoas participaram nesta quinta-feira (23) da Marcha Para Jesus 2011, de acordo com dados da Polícia Militar. O evento foi organizado pelo Conselho de Pastores de Uberlândia (Conpas) e contou com a presença de membros de 400 igrejas evangélicas de toda a cidade.

Os fiéis partiram às 9h da manhã do estacionamento do prédio da Prefeitura de Uberlândia, no bairro Santa Mônica, zona leste, e fizeram um percurso de aproximadamente quatro quilômetros até a praça Tubal Vilela, no Centro. Dois trios elétricos e dois trens infantis acompanharam a multidão em marcha até o fim do trajeto. “Saíram da concentração, na praça da prefeitura, aproximadamente 12 mil pessoas. Ao longo do caminho, mais gente foi aderindo”, disse o capitão da PM Osmar Duque, responsável pela equipe de 50 policiais que fizeram a segurança do evento.

Um palco foi montado na praça Tubal Vilela para recepcionar o público, que, ao fim da caminhada, pôde acompanhar os shows de quatro grupos de música gospel.

[b]Marcha para Jesus reúne mais de 130 mil e critica o casamento gay em Teresina[/b]

A Marcha para Jesus é um evento internacional e interdenominacional (ou seja, realizada conjuntamente por diversas denominações evangélicas) que ocorre anualmente em milhares de cidades do mundo. No Piauí, é organizada pela aliança evangélica de pastores de Teresina.

Sem fins lucrativos, a caminhada deveria começar às 15h desta quinta-feira (23/06), mas sofreu um pequeno atraso por conta de uma ameaça de chuva. Não choveu forte e o evento seguiu, saindo do balão do bairro São Cristovão, zona Leste de Teresina. É um evento que já faz parte do calendário da cidade.

Os organizadores não gostam de comparações, mas a Marcha para Jesus, que reúne boa parte de seu público com evangélicos, bate de frente, literalmente, com a Caminhada da Fraternidade, feita pela Igreja Católica. Até o caminho é feito no sentido contrário. Enquanto a Caminhada da Fraternidade reuniu, neste ano, cerca de 70 mil pessoas, a Marcha para Jesus, que no ano passado reuniu cerca de 100 mil, este ano atraiu 130 mil, segundo o pastor Marcos Sérgio.

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Estimativas da Polícia Militar, no entanto, dizem que estavam cerca de 120 mil, não 130 mil. Vários trios elétricos, com bandas gospel agitaram o evento, que só terminou no Centro da capital, com muita paz, demonstração de saúde e alegria. Autoridades políticas como o casal, deputada estadual Rejane Dias e senador Wellington Dias (ambos PT), participaram da marcha. Segundo o Pastor Marcos Sergio, que é um dos organizadores do evento, a Marcha para Jesus de Teresina superou todas as expectativas. “Esta edição da Marcha para Jesus me surpreendeu, superando o ano passado, e a cada ano a tendência é crescer cada vez mais”, disse o Pastor.

Como a principal bandeira da Marcha para Jesus deste ano é a paz na família, o assunto ‘casamento gay’ não fugiu das discussões. O coordenador da marcha, presidente da Aliança de Pastores de Teresina, José Ribamar, disse que os evangélicos só consideram que uma família é formada por homem com uma mulher. Ele informa que a igreja nunca se manifestou sobre as relações homossexuais.
“Defendemos é o que está na Bíblia”, disse. Mais polêmico, o pastor Oliveira disse que está se criando uma espécie de “ditadura gay”, onde não se pode criticar a conduta dos homossexuais. “Todo mundo pode falar da presidente, pode falar de vocês da imprensa, da igreja, de tudo, menos dos gays, como se todos fossemos proibidos”.

[b]Fonte: Folha Online e 180 Graus[/b]