O Vaticano e a Igreja Católica da Argentina afirmaram ter terminado de catalogar seus arquivos da ditadura no país e irão disponibilizá-los às vítimas que acusam a igreja de cumplicidade com o regime militar.

Uma declaração conjunta publicada nesta terça-feira explicou que o processo de catalogação e digitalização tinha sido concluído, e os procedimentos para o acesso das vítimas ocorreriam em breve.

O comunicado diz ainda que a decisão de abrir os arquivos do Vaticano, de sua embaixada em Buenos Aires e da conferência dos bispos argentinos foi feita “a serviço da verdade, da justiça e da paz”.

O Papa Francisco se comprometeu a abrir os arquivos quando pressionado por parentes de desaparecidos, especialmente das Mães da Praça de Maio. Ele era o jesuíta superior na Argentina durante a ditadura de 1976-1983.

[b]Fonte: Jornal Extra[/b]