O papa Bento XVI autorizou o processo de beatificação de uma menina italiana que morreu de câncer em 1937, com 6 anos, após uma “vida mística intensa”.

Antonietta Meo, cujo apelido era Nennolina, pode tornar-se a beata mais jovem da história da Igreja Católica. Ela escreveu centenas de cartas endereçadas a Jesus e a Maria.

Fonte: Estadão