Fernanda Brum, Aline Barros e Oficina G3, que fazem parte do cast da MK Music, estão na revista Veja desta semana – uma das publicações mais lidas e influentes no Brasil. A edição 2098, que chegou às bancas no sábado 31/01, trouxe matéria sobre a música religiosa no país.

Em seis páginas, os repórteres Marcelo Marthe e Sérgio Martins analisam o segmento católico e evangélico, a sua força e alguns de seus principais representantes. A MK é a única gravadora com três nomes em destaque.

“Enquanto a indústria fonográfica laica se encontra estagnada, esse mercado – tanto em sua vertente católica quanto na evangélica – desconhece a crise. E, aos poucos, demole o muro que o separa das paradas”, afirmam os jornalistas.

Marthe e Martins definem a cantora e pastora Fernanda Brum como “uma artista de opiniões fortes”, dão ênfase ao seu engajamento em causas como o antiaborto e ressaltam sua postura ministerial. “Não conto moedas, penso apenas nas almas que salvei”, explicou Fernanda Brum.

A cantora e pastora Aline Barros é apontada pela Veja como o maior fenômeno da música evangélica. E credita ao seu ministério a quebra de algumas barreiras culturais. “Nós, evangélicos, somos pessoas normais que simplesmente decidiram viver para Jesus de forma linda. Para mim, isso é um privilégio”, compartilhou Aline Barros.

“Um conselho para quem depara com os integrantes do Oficina G3: desconsidere as tatuagens, os cabelos compridos e o som pesado, que fazem com que o grupo angarie fãs até entre os adoradores do Metallica. Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclados) e Mauro Henrique (vocais) são bons meninos”, definiu a publicação, que também deu ênfase à qualidade musical da banda.

A revista dedicou também um parágrafo a shows e programações. E ressaltou o Louvorzão, que é organizado pelo Grupo MK de Comunicação: “No lado evangélico, não faltam eventos de grande porte. Festivais como o Louvorzão, realizado no Rio de Janeiro, chegam a reunir 150 000 jovens”.

Fonte: Elnet