Um muçulmano radical, chefe de polícia, acusou falsamente um homem cristão de vender bebidas alcoólicas para pressioná-lo a se converter ao islã.

Os membros da família de Akmal Masih, também conhecido como “Teddy”, contaram que em 2 de janeiro de 2009, um ajudante do chefe de polícia Muhammad Afzal Lalli foi até a casa deles e pediu um suborno de 20.000 rupees, o equivalente a $250 dólares.

O ajudante, Muhammad Manshah, disse para Akmal que se ele não pagasse e não se convertesse ao Islã, a polícia o acusaria de vender bebidas alcoólicas ilegalmente. Um membro da família disse: “A recusa de Masih enfureceu Muhammad Mansah e ele foi embora muito nervoso”.

Quase sete horas depois, o chefe Lalli invadiu a casa de Akmal acompanhado de muitos outros policiais e sem mandado de busca. A polícia assaltou a casa com muita agressividade, quebrando fechaduras e esvaziando bolsas, mas ninguém conseguiu encontrar indícios de bebida alcoólica na área.

De acordo com uma testemunha, “Os policiais xingaram, chutaram e estapearam uma idosa cristã, chamada Saidan Bibi, 71, fazendo com que ela caísse”.

Apesar da falta de evidências, Lalli prendeu Akmal e o levou embora algemado. Então, a polícia abriu um caso contra ele, e o prendeu na cadeia de Sarghoda. Eles alegam que recuperaram 30 garrafas de álcool na casa de Akmal.

Lalli disse para o ICC que invadiu a casa de Akmal Masih baseado em uma informação de Muhammad Manshah.

Em resposta, um grupo cristão da vizinhança de Akmal, a colônia cristã Noori Gate, se reuniu no escritório regional da polícia para protestar. O policial prometeu investigar o caso, somente para dispersar a multidão. Entretanto, a polícia no Paquistão normalmente faz essas promessas, mas não as cumpre.

Ore para que Akmal Masih seja liberto da prisão e inocentado das falsas acusações.

Fonte: Portas Abertas