Os pastores estariam recorrendo ao lobby e às suas influências para tentar voltar à emissora.

O arrendamento de praticamente toda a programação diária da CNT pela Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, realizado em maio deste ano, ainda não é um assunto superado por outros religiosos.

[img align=left width=300]http://natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/703c52e65d04ddc5681619c6e9cb0454.jpg[/img]Segundo o jornalista Lauro Jardim, vários pastores estão recorrendo ao lobby e às suas influências para tentar voltar à emissora, que atualmente só dispõe de 30 minutos diários comercializados a outro cliente que não o próprio Edir (no caso, o televendas Polishop, que vai ao ar entre 22h e 22h30).

Até agora, Edir Macedo vem exercendo seu direito e monopolizando toda a faixa adquirida. Não foi feita nenhuma concessão para que outra Igreja adquirisse sequer uma parte dos horários que o dono da Record dispõe.

[b]Em tempo:
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A Igreja Universal do Reino de Deus vem, gradativamente, ganhando espaços em canais fechados. A guerra declarada, porém, é em cima da Igreja Mundial do Poder de Deus e não em outros religiosos, como R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus.

De olho na má saúde financeira da Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago, inimigo declarado de Edir Macedo, várias ofertas têm sido feitas a canais de pequeno e médio porte (como por exemplo a RedeTV!) para a ocupação dos mais diversos horários.

Até então, a Igreja Universal vem levando a melhor. Embora tenha perdido vários fiéis no decorrer dos últimos anos, a gestão administrativa da igreja de Edir é muito mais sólida, o que permite com que os pagamentos dos horários sejam feitos pontualmente – o que não ocorre com Valdemiro, que tem atrasado até mesmo aluguéis de seus templos.

A inadimplência da Igreja Mundial, aliada às boas ofertas e à credibilidade da Igreja Universal para com os pagamentos dos contratos firmados, têm feito com que contratos com a primeira venham sendo rescindidos a medida que a segunda faz propostas.

Este foi o caso ocorrido na CNT, que chegou a ter 10 horas da grade do canal – em um contrato que permitia chegar até 20 – mas que não foi adiante por conta dos atrasos nos pagamentos e da proposta da Igreja Universal.

[b]Fonte: Na Telinha – UOL[/b]