Em um café tradicional de pastores Jabes de Alencar falou sobre a importância da união das Igrejas nesse momento de controvérsia.

No café tradicional de pastores organizado pelo Conselho de Pastores do Estado de São Paulo (CPESP), o Pastor Jabes de Alencar desafiou outros pastores a se manifestarem contra a votação da PLC 122.

Segundo a publicação Guia-me, o Presidente do CPESP aproveitou a oportunidade para falar sobre a importância da união das Igrejas nesse momento de controvérsia com a proposta de lei que criminaliza a discriminação contra homossexuais.

“O Diabo odeia a unidade das Igrejas e agora chegou o momento de esquecermos denominações e lutarmos contra a imoralidade que assola esse país,” pronunciou ele.

Segundo ele, a situação de pedido de aprovação de uma lei que torna crime a homofobia, é um absurdo.

“O que vivenciamos no Brasil hoje é um absurdo, o Diabo está usando tudo o que pode,” exclamou.

Jabes convocou todos a participarem de uma manifestaçao pacífica incentivada pelo Pastor Silas Malafaias, no próximo dia 01 de junho na frente do Congresso Nacional, em Brasília.

“O que está acontecendo é muito sério, temos que ir em frente ao congresso para se posicionar em favor da família, em favor da liberdade de expressão,” urgiu ele.

Líderes Evangélicos e Católicos e todos aqueles que não concordam com a lei são esperados participarem da manifestação. Espera-se que milhares de pessoas compareçam ao evento.

“Vamos lotar aquele lugar e precisamos impactar, incentive sua Igreja a participar da manifestação, lotem ônibus. Vamos invadir o congresso e lutar pela família brasileira,” incentivou Jabes.

O projeto de lei PLC 122/06 dividiu os senadores nesta última quinta-feira, durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e foi adiado. A matéria foi retirada de pauta pela própria relatora, a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

A polêmica foi devido ao limite entre a punição de crimes resultantes de discriminação por orientação sexual e o direito à liberdade de expressão e à liberdade religiosa, assegurados pela Constituição.

[b]Fonte: The Christian Post[/b]