O presidente do conselho de ética da União Nacional Islâmica (UNI), Sheikh Jihad Hammadeh, disse em entrevista à GloboNews que não concorda com a prisão de dez suspeitos de terrorismo pela Polícia Federal, na véspera

[img align=left width=300]http://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/BBuFhvh.img[/img]”As provas que foram colocadas não são suficientes para dizer que são terroristas. Se são suspeitos tem que mostrar porque que são suspeitos. Fizeram apologia? Está cheio de apologias. É só monitorar. E se descobriram alguma ponta tem que saber o outro lado. Cadê o outro lado? Em contato com quem eles estavam?”, ressaltou o Sheikh.

O religioso contou que um dos presos era frequentador da mesquita do Pari. Mohamad Mounir Zakaria é dono de uma confecção no bairro do Brás.

“É um adepto comum. Nunca se viu nada dele. Eu não sou responsável sobre o que ele faz na intimidade. Se agiu de forma errada tem que ser punido. Se não, seus direitos tem que ser respeitados até que se comprove a sua culpa “, afirmou o Sheikh.

De acordo com o jornal O Globo, o líder islâmico também reafirmou que as pessoas não podem ficar com a sensação de que houve discriminação por causa da religião.

“Acredito que tem que haver as provas. Se são realmente concretas, a pessoa tem que ser punida, mas com transparência. É necessário a sociedade saber para que não haja nenhuma sensação de injustiça ou sensação de discriminação”.

[b]Fonte: Rondônia Dinâmica[/b]