A revista IstoÉ publicou reportagem sobre a crise financeira da igreja e o pastor alegou no processo que sua honra foi atingida.

A 26ª Vara Cível de São Paulo julgou improcedente a ação movida pelo pastor Josivaldo Batista de Souza, da Igreja Mundial do Poder de Deus, contra a revista IstoÉ pela publicação de reportagem sobre a crise financeira da instituição gerenciada por ele.

De acordo com o ConJur, o texto enumera uma série de motivos para as dificuldades da crise como a atuação de uma quadrilha de pastores ladrões, dívidas milionárias com canais de TV, administração amadora e investimentos equivocados na construção de templos.

[img align=left width=300]http://www.portalimprensa.com.br/content_file_storage/2014/05/20/JosivaldoBatista.png[/img]A reportagem cita o pastor três vezes e afirma que havia um grupo próximo a ele “agindo como lobos em pele de cordeiro”. Um membro da hierarquia paulista da igreja informou à revista que pediam a ele aviões, programas de TV e fundação de igrejas.

Segundo o texto, o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago de Oliveira, decidiu transferir o pastor para Lisboa. Em seu lugar, ficou o bispo Jorge Pinheiro.

Na ação, Josivaldo Batista de Souza alega que sua honra foi atingida, uma vez que a publicação ultrapassou os limites da informação. O pastor solicitou indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil.

O juiz Rodrigo Nogueira avaliou, entretanto, que a reportagem não extrapolou o direito de informação e liberdade de imprensa e que não não houve intenção de atingir a honra ou imagem dos envolvidos.

[b]Fonte: Portal Imprensa[/b]

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