Um professor que foi demitido por dar uma Bíblia a um de seus alunos ganhou uma batalha importante na justiça e foi reintegrado em sua posição de ensino, de acordo com o site FaithWire. A controvérsia teve início quando um aluno, que naquele dia era o último na fila a deixar a sala de aula, ouviu o professor dizer algo.

[img align=left width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2017/05/15/2400065723-walter-tutka.jpg[/img]Walter Tutka havia dito em voz alta: “Assim, o último será o primeiro, e o primeiro será o último”, referindo-se a passagem bíblica de Mateus 20:16. O estudante estava curioso sobre a citação e perguntou ele sobre suas origens. O fato aconteceu no ano de 2012.

O professor, posteriormente, mostrou-lhe o versículo em sua Bíblia. Após o aluno mostrar mais interesse e pedir uma cópia das Escrituras o professor deu o texto para o jovem. O Distrito Escolar de Phillipsburg, onde ele estava empregado, achou que Walter havia violado uma política que envolve o fato dos funcionários não poderem distribuir literatura religiosa nas escolas.

Então, o professor foi posteriormente demitido. Mas isso não foi o fim. A firma jurídica First Liberty ajudou Tutka a resistir. Agora, dois anos depois do acontecido, o caso finalmente foi resolvido, com uma grande vitória para o professor.

[b]De volta ao trabalho
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Dois anos depois que os advogados apresentaram uma queixa ao governo federal, a Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA concordou com o argumento do professor, de que ele foi discriminado com base em sua religião. Foi dada autorização a First Liberty para avançar com um processo em potencial.

“Estamos muito satisfeitos por termos cumprido a missão que pretendemos alcançar: restaurar o professor Walt Tutka como educador substituto em Philipsburg”, disse Hiram Sasser, advogado da First Liberty, a Starnes.

“Nós sempre soubemos que Walt cumpriu todas as políticas do distrito escolar e as leis federais. Agora o professor Walt está voltando ao seu serviço para a comunidade de Philipsburg”, concluiu.

[b]Fonte: Guia-me[/b]