O Vaticano acusou a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional de apoiar o aborto e anunciou que retirará toda ajuda econômica que oferecia à entidade, informou nesta quarta-feira um comunicado da Santa Sé.

“A Igreja Católica deixará de financiar a Anistia Internacional devido à mudança de posição decidida”, anunciou oficialmente o chefe do Conselho Pontíficio Justiça e Paz.

O cardeal Renato Martino, presidente da entidade, explicou que a medida foi adotada depois que o conselho diretor da organização humanitária decidiu promover o aborto para as mulheres vítimas de estupros ou cuja saúde corre riscos por causa da gravidez.

Anistia Internacional desmente ter recebido fundos do Vaticano

A organização de defesa dos Direitos Humanos Anistia Internacional declarou nesta quarta-feira que não recebe ajuda econômica do Vaticano, depois do anúncio de que a Santa Sé retiraria o respaldo à mesma por causa do apoo ao aborto.

“Jamais recebemos fundos do Vaticano, nem de entidades que dependem da Igreja Católica. Isso nos garante independência de organização como previsto em nossos estatutos”, anunciou Riccardo Noury, porta-voz da seção italiana da Anistia International.

A entidade humanitária desmente assim as declarações do cardeal Renato Martino, presidente do Pontíficio Conselho para a Justiça e a Paz.

Mais cedo, o Vaticano acusou a organização de defesa dos direitos humanos de apoiar o aborto e anunciou que retirará toda a ajuda econômica que oferecia à entidade, segundo um comunicado da Santa Sé.

“A Igreja Católica deixará de financiar a Anistia Internacional devido à mudança de posição decidida”, anunciou oficialmente o chefe do Conselho Pontíficio Justiça e Paz.

O cardeal Renato Martino explicou que a medida foi adotada depois que o conselho diretor da organização humanitária decidiu promover o aborto para as mulheres vítimas de estupros ou cuja saúde corre riscos por causa da gravidez.

Fonte: AFP