Bandeiras dos Estados Unidos e da Hungria (Foto: Reprodução/ICC)
Bandeiras dos Estados Unidos e da Hungria (Foto: Reprodução/ICC)

Em uma iniciativa conjunta para combater a perseguição religiosa, os Estados Unidos e a Hungria estabeleceram um acordo bilateral em 4 de fevereiro. A colaboração visa a intensificar o apoio a cristãos e indivíduos de fé que enfrentam opressão, com foco especial nas regiões do Oriente Médio e da África Subsaariana.

O Departamento de Estado dos EUA, em comunicado oficial, destacou que o objetivo é facilitar a cooperação em ações de suporte a comunidades que sofrem perseguições, ressaltando que os cristãos são o grupo religioso mais oprimido mundialmente e que tais atrocidades frequentemente permanecem sem resposta.

Segundo a comunicação oficial, a perseguição religiosa representa uma ameaça à segurança dos EUA e um ataque aos valores fundamentais da nação. O governo americano reiterou o apelo aos seus aliados para que se juntem no fornecimento de assistência vital aos ameaçados pela intolerância religiosa, reconhecendo a Hungria como um “líder e defensor de cristãos perseguidos”.

O governo húngaro tem atuado ativamente no auxílio a cristãos perseguidos por meio de seu escritório oficial de Ajuda aos Cristãos Perseguidos e tem promovido eventos durante as Cúpulas Internacionais de Liberdade Religiosa. Embora o acordo abranja o Oriente Médio e a África Subsaariana, detalhes adicionais sobre seu escopo não foram divulgados.

Representantes da International Christian Concern (ICC) consideraram o acordo promissor, com potencial de impacto significativo nas áreas afetadas. A organização expressou o desejo de que os governos envolvidos detalhem em breve os passos concretos que serão tomados para alcançar este objetivo humanitário, ressaltando a urgência do trabalho para as comunidades perseguidas globalmente.

Folha Gospel com informações de ICC

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