Joe Malhoit atuou por 20 anos como agente especial do FBI. (Foto: AG News)
Joe Malhoit atuou por 20 anos como agente especial do FBI. (Foto: AG News)

Por 20 anos de sua vida, Joe Malhoit buscou se desenvolver na carreira policial e investigativa nos Estados Unidos. Até que um chamado de Deus mudou seu rumo e apontou uma nova direção para o seu ministério.

Joe se formou em estudos pastorais na Universidade North Central, uma instituição associada às Assembleias de Deus em Minneapolis. Foi ali que ele conheceu sua futura esposa, Amy, e se preparou para o ministério.

Mais tarde, Joe já dividia sua rotina entre o trabalho secular e a atuação na Assembleia de Deus de West Oaks. Mas, com a chegada das duas filhas, ele sentiu que precisava de um novo emprego para sustentar melhor a família.

Ele foi contratado pelo FBI, o departamento de investigação dos EUA, e logo começou a estudar na Academia de Treinamento do FBI em Quantico, na Virginia. Foi assim que começou uma vida de 20 anos como agente especial do FBI, sendo 18 deles no escritório de campo de Minneapolis.

Joe trabalhou em casos envolvendo terrorismo doméstico por grupos de supremacia branca, crimes do colarinho branco e prostituição infantil.

Enquanto atuava como agente, Joe continuou ativo sempre que possível em sua igreja. Ele e Amy também adotaram um filho de 12 anos, Arjun, que veio da Índia em 2011.

Após sua aposentadoria do FBI em 2017, Joe embarcou em uma nova fase de vida: palestrando para organizações sobre como lidar com traumas e reforçar a segurança. Com a chegada da pandemia de Covid-19, as palestras foram interrompidas e Joe buscou uma nova maneira de combinar sua paixão pelo ministério com a aplicação da lei.

Ele encontrou a combinação perfeita na FREE International, um ministério afiliado às Assembleias de Deus que atua na recuperação de vítimas do tráfico humano.

“Depois de trabalhar em casos de prostituição infantil por quatro anos, desenvolvi um coração por essas meninas”, diz Joe, de 53 anos, à AG News. “É difícil encontrar grupos que façam bem esse tipo de trabalho”.

O missionário americano Michael Bartel, que foi cofundador do ministério em 2007, também é grato por contar pela experiência policial de Joe.

“Ele comandava operações para o FBI específicas para o tráfico”, diz Bartel, de 51 anos. “Suas habilidades são altas e ele tem um coração voltado para a restauração. Joe viu como as meninas precisam de transformação e esperança”.

Fonte: Guia-me com informações de AG News