"Miss Kitty Litter" lendo histórias para crianças em um evento realizado pela Biblioteca Pública de Austin, Texas, EUA. (Foto: Cortesia da Mass Resistance)

Na semana passada, o Facebook encerrou pela terceira vez um grupo conservador de mídia social que se opõe à iniciativa na qual drag queens contam histórias a crianças em bibliotecas de diversas cidades dos EUA.

O grupo ‘500 Mom Strong’ foi iniciado por Anna Bohach para combater o projeto conhecido como “Hora da História da Drag Queen” em uma biblioteca local em Spokane, Washington, de acordo com o site do grupo.

Mas desde a criação do grupo, no ano passado, ele foi removido pelo Facebook três vezes pela mídia social.

Bohach disse ao ‘LifeSite News’ que a página do Facebook foi removida em 1º de junho por ser considerada “transfóbica” e violar os padrões da comunidade.

A primeira página de Bohach, “500 Mom Strong” foi removida da plataforma em julho de 2019. Ela criou uma segunda página chamada “500 Mom Stronger”, mas que foi removida em fevereiro.

“Enquanto isso, a página ‘500 Drag Queen Strong’, que é afiliada e apoia totalmente grupos como Antifas e protestos violentos nas ruas está funcionando impunemente”, ela escreveu em um post no Facebook.

Bohach acredita que o projeto “Hora da História da Drag Queen” é uma zombaria da feminilidade.

“Drag Queens são muito ofensivas para as mulheres. Elas são caricaturas hiper-sexualizadas de mulheres”, escreveu ela no site 500momstrong.org. “Elas zombam das mulheres e degradam nossa feminilidade”.

O grupo ‘500 Mom Strong’ ainda tem uma conta de grupo privada com 611 membros.

“Não temos planos de desacelerar ou interromper nosso ativismo”, afirmou Bohach.

Histórico de pedofilia e prostituição

Um conselheiro clínico que já trabalhou em estudos de casos de mais de 4.000 pedófilos pediu, no ano passado, que os pais fiquem atentos, depois que uma biblioteca do Texas organizou um evento no qual uma drag queen contava histórias para crianças.

O alerta do profissional se justifica, após um grupo de pais descobrirem que David Lee Richardson – o homem escolhido para contar as histórias, que atende pelo nome artístico de “Miss Kitty Litter” tem antecedentes criminais relacionados a prostituição.

Este não é o primeiro caso de uma biblioteca convidando Drag Queens com um histórico criminal para ler e interagir com crianças pequenas. Dois homens acusados ​​de agredir sexualmente uma criança foram convidados para ler histórias para crianças vestidos como Drag Queens, em uma biblioteca em Houston, em 2018.

Jon Uhler, um conselheiro profissional licenciado que trabalhou clinicamente com cerca de 4.000 predadores em série por mais de 11 anos, disse em entrevista ao ‘The Christian Post’ que acredita que os eventos Drag Queen Story Hour constituem “o maior programa já criado, envolvendo abusadores”.

“Não podemos nos dar ao luxo de não fazer nada porque temos indivíduos muito obscurecidos, que são abusadores [indo] atrás de nossos filhos e eles estão se espalhando. Não fazer nada é o mesmo entregar nossos filhos para eles”, disse ele.

“Predadores estão usando essa [Drag Queen Story Hour] como um teste para descobrir o grau de determinação dessa comunidade”, continuou ele. “E onde for fácil entrar, acredite, os abusadores vão começar a se reunir por essa comunidade que os receber”.

Folha Gospel com informações de Guia-me e The Christian Psot